Governo do Distrito Federal
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9/03/16 às 19h12 - Atualizado em 29/10/18 às 11h14

Acaba de começar e vai até sábado (12/3), a 1ª Conferência Conjunta de Direitos Humanos do DF

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A conferência conjunta vai de hoje a sábado, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O evento é aberto ao público. Dentro dela serão realizadas três outras conferências temáticas e um encontro:

– de 9 a 10, de 8h às 18h:
3ª Conferência Distrital de Políticas Públicas de Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais – LGBT, com o tema por um Brasil que Criminalize a Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

– de 9 a 10, de 8h às 18h:
4ª Conferência Distrital dos Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência – com o tema Os Desafios na Implementação da Política da Pessoa com Deficiência: a Transversalidade como Radicalidade dos Direitos Humanos.

– de 9 a 10, de 8h às 18h: primeiro Encontro de Conselheiros do Conselho de Direitos dos Idosos do DF e Dirigentes de Instituições de Atendimento à Pessoa Idosa.

– de 11 a 12, de 8h às 21h: 5ª Conferência Distrital de Direitos Humanos, com o tema Direitos Humanos para Todas e Todos: Democracia, Justiça e Igualdade, que abarcará todas as decisões e sugestões das duas conferências e também do primeiro encontro do CDI/DF.

A abertura contou com representantes de membros do governo de Brasília e do governo federal. O secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Joe resssltou a importância do diálogo, da credibilidade para com organizações e a responsabilidade dos Conselhos para o enfrentamento da intolerância. E convocou a sociedade para ser co-autora das políticas públicas do Governo de Brasília.

Márcia Rollemberg, colaboradora de governo, manifestou seu apoio às conferências e sua diversidade e seu compromisso para com as decisões. A representante da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Juliana Moura, manifestou sua enorme alegria por ver que os direiyos humanos saíram dos tratados e entraram no cotidiano da vida comum das comunidades.

Por sua vez, a secretária de Seguranca e da Paz Social, Márcia Alencar, afirmou que no DF não mais impera os conceitos conservadores de segurança social, mas os da cultura da paz.

O procurador federal dos Direitos do Cidadão da Procuradoria da República, Aurélio Rios, condenou o discurso do ódio no seio social e nas redes wébicas, que cresce como capim na chuva. E alertou para a importância de conferências que investem no avanço dos direitos, por mais direitos.

Já Marcelo Pires, Coordenador-Geral de Instâncias e Mecanismos de Participação da Secretaria de Governo da Presidência da República, ressaltou a presença de mais de 9 milhões de pessoas nas 109 conferências realizadas nos últimos 13 anos de governos Lula e Dilma. Para ele, esse número mostra que as pessoas entenderam que é preciso participar, decidir e monitorar, pois das conferências surgiram o SUS e vários planos e programas de governo.

O secretário de Cultura, Guilherme Reis, prestou contas das ações da sua pasta em prol dos direitos humanos e disse que a cultura tem que ser o caminho. Érika Kokay, deputada federal, denunciou ameaças de retrocesso em jogo no Congresso Nacional que querem silenciar as mulheres, as famílias e a sociedade.

Ao final da 5ª Conferência de Direitos Humanos, na noite de sábado, serão eleitos os representantes da Sociedade Civil para compor o Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos – CDPDDH e os 36 delegadas(os), sendo 14 do Poder Público e 22 da Sociedade Civil, para representar o Distrito Federal na 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, a ser realizada no período de 27 a 29 de abril de 2016, no Centro Internacional de Convenções do Brasil – CICB.


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