Governo do Distrito Federal
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18/11/13 às 10h31 - Atualizado em 29/10/18 às 11h13

Artesãs expõem trabalhos no “GDF Junto de Você”

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Moradoras de São Sebastião puderam fazer compras e conhecer o projeto da Secretaria da Mulher

Foto Mary Leal  1Durante a programação do “GDF Junto de Você”, realizada em São Sebastião entre os dias 15 e 17, a população de São Sebastião pôde conferir o trabalho das artesãs que fazem parte do programa “Rede Mulher Artesã”, da Secretaria da Mulher.

Entre elas, estavam as profissionais da associação “Mulheres Vitoriosas”. Além de sugestivo, o nome remete à luta delas para conseguir um espaço no mercado. No início, o trabalho era individual, mas com a ajuda da Secretaria da Mulher, por meio do projeto “Selo Rede Mulher Artesã”, vinculado ao programa “Rede Mulher Artesã”, o grupo foi crescendo e a entidade conta, atualmente, com dez artesãs.

Essas artesãs formaram o grupo durante o “Encontro de Economia Feminista e Solidária”, por iniciativa da Secretaria da Mulher, realizado em São Sebastião. Ao final do projeto, 50 grupos serão selecionados para receber material publicitário, catálogo físico e online, além de inserção na rede de comércio justo e solidário no Distrito Federal. O Selo Rede Mulher trabalha para estimular o empreendedorismo e o cooperativismo feminino; efetivar canais permanentes de divulgação e escoamento da produção artesanal, entre outros.

A artesã Patrícia Dos Santos Andrade aprendeu a técnica aos dez anos de idade e hoje, aos 25, faz do artesanato a sua profissão. “Eu estava sem emprego e sempre gostei muito do artesanato. Agora, devido ao grupo, o incentivo foi maior. Hoje ganho meu dinheiro com as peças que eu vendo”, contou ela.

Outro exemplo de superação é o de Pedrina Cristina da Silva Oliveira. Após passar por momentos difíceis, com problemas de saúde, ela encontrou no artesanato o caminho para uma vida melhor. “Fazer as peças é uma terapia, além de ajudar no orçamento familiar ajuda para a compra de remédios”, afirmou a artesã.

O trabalho é minucioso e as peças são vendidas de porta em porta ou em eventos e feiras realizados uma vez por mês. O valor pode variar de R$ 1 a R$ 80, mas são negociáveis. Como o projeto começou há apenas um ano, a divulgação também inclui a pechincha.

“Fazemos qualquer negócio. Se o cliente acha que está caro demais, pode pedir um descontinho e levar por menos para divulgar nosso trabalho. Mostra a uma pessoa que fala para outra e assim vai, no boca a boca, o negócio vai crescendo e conquistando novos mercados”, acrescentou Pedrina.

Com informações da Agência Brasília | Fotos: Mary Leal