Governo do Distrito Federal
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31/08/20 às 22h14 - Atualizado em 31/08/20 às 22h54

Conselho dos Direitos da Mulher terá eleições para representantes da sociedade

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(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)

 

O Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF) terá, pela primeira vez desde a criação, eleições para integrar o órgão de controle das políticas públicas para combate à violência de gênero. O anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira (31/8), pela secretária de Estado da Mulher, Ericka Filippelli, em entrevista ao CB.Poder, parceria da TV Brasília com o Correio Braziliense.

 

Criado em 1988, o conselho é integrado por 15 membros titulares e 10 suplentes, que são escolhidos pelo governador em exercício. Além deste grupo, participam do órgão representantes da sociedade civil, que contribuem pelos direitos da mulher na capital federal. A partir deste ano, esse segundo comitê será determinado por meio de eleições.

 

“O objetivo da secretaria é fortalecer toda a rede de proteção à mulher vítima de violência. Portanto, lançaremos o edital delimitando esta primeira eleição histórica para o conselho. Assim, vamos garantir a pluralidade e a participação dos grupos que atuam ativamente na sociedade”, explica a secretária Ericka Filippelli.

 

Conforme regulamento interno, o CDM deve “propor diretrizes de ação governamental, em âmbito distrital, voltadas à eliminação da violência e da discriminação, à promoção e defesa dos direitos das mulheres, assegurando-lhes condições de liberdade e igualdade de oportunidades e direitos com vistas ao exercício pleno de sua participação e protagonismo no desenvolvimento econômico, social, político e cultural do Distrito Federal.”

 

Neste ponto de vista, a secretária destaca que as eleições para os representantes da sociedade civil “só vai trazer ganhos, pois o engajamento de todos em políticas estratégicas de combate à violência contra a mulher reflete no desenvolvimento da própria nação.” Ela frisou ainda a importância da integração da pasta com outras entidades do Governo do Distrito Federal.

 

“Implementar políticas públicas em parceria com outras pastas nos faz ganhar tempo e efetividade nas ações de combate à violência. Buscamos a integração com as secretarias de Educação, do Trabalho, de Saúde, da Assistência Social e da Segurança Pública. Em vista disso, unificamos esforços e conseguimos grandes avanços nessa luta, que é de todos”, salienta Ericka Filippelli.

 

  • * Texto de Sarah Peres/ Correio Braziliense

 

 

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